sexta-feira, 29 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Mais Sociedade
Depois do evento ocorrido no Porto em 2 de Abril sob o tema de enquadramento “Uma Visão para Portugal”, A Iniciativa Mais Sociedade está a organizar um grande evento final aberto à sociedade civil e à participação de todos os cidadãos que se realizará nos dias 29 e 30 de Abril. [...]
UMA PROPOSTA PARA PORTUGAL
6ª-Feira, dia 29 (9h30 às 19h00) e Sábado, dia 30 (9h30 às 13h00)
• Uma Sociedade mais Próspera: o papel do Estado
• Uma sociedade com mais igualdade e mais solidária: a saúde e a Segurança Social
• Uma sociedade com mais igualdade e mais solidária: a educação
• Uma Sociedade com uma cultura renovada: identidade e património; As actividades intelectuais e artísticas
• Uma sociedade mais Sustentável: a gestão dos recursos e a ordenação do território
• Uma Sociedade com melhor Justiça: o processo legislativo, a quali ficação da justiça e a cultura jurídica
• Uma Sociedade mais segura: segurança e qualidade de vida, desaf ios da defesa nacional
• Uma Sociedade mais Próspera: o enquadramento à actividade económica; A inovação e a competitividade
• Uma Sociedade mais aberta e cosmopolita I: Portugal e a Europa
• Uma Sociedade mais aberta e cosmopolita II: a contribuição de um Portugal mais europeu para uma Europa mais cosmopolita
• Uma Sociedade mais democrática: a participação cívica; os partidos; o reforço do papel das instituições
No caso de "Uma sociedade com mais igualdade e mais solidária: a educação", chamo a atenção para um dos oradores: Francisco Vieira e Sousa (elemento do painel deste blog).
O tema da Educação será tratado no dia 29 de Abril entre as 15:00 e as 16:45 na sala 1 do Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL, na Junqueira).
As inscrições são efectuadas na página www.maissociedade.com/agenda
Notas:
1. Mais Sociedade é uma iniciativa da Sociedade Civil que tem como objectivo promover uma discussão aberta sobre o Futuro de Portugal. Começou com um desafio do presidente do PSD.
2. O PSD comprometeu-se a financiar e a dar apoio logístico e operacional à iniciativa, mas respeitando a independência da organização no que respeita à selecção de áreas temáticas, convites a participantes, e agendamento das sessões de trabalho.
UMA PROPOSTA PARA PORTUGAL
6ª-Feira, dia 29 (9h30 às 19h00) e Sábado, dia 30 (9h30 às 13h00)
• Uma Sociedade mais Próspera: o papel do Estado
• Uma sociedade com mais igualdade e mais solidária: a saúde e a Segurança Social
• Uma sociedade com mais igualdade e mais solidária: a educação
• Uma Sociedade com uma cultura renovada: identidade e património; As actividades intelectuais e artísticas
• Uma sociedade mais Sustentável: a gestão dos recursos e a ordenação do território
• Uma Sociedade com melhor Justiça: o processo legislativo, a quali ficação da justiça e a cultura jurídica
• Uma Sociedade mais segura: segurança e qualidade de vida, desaf ios da defesa nacional
• Uma Sociedade mais Próspera: o enquadramento à actividade económica; A inovação e a competitividade
• Uma Sociedade mais aberta e cosmopolita I: Portugal e a Europa
• Uma Sociedade mais aberta e cosmopolita II: a contribuição de um Portugal mais europeu para uma Europa mais cosmopolita
• Uma Sociedade mais democrática: a participação cívica; os partidos; o reforço do papel das instituições
No caso de "Uma sociedade com mais igualdade e mais solidária: a educação", chamo a atenção para um dos oradores: Francisco Vieira e Sousa (elemento do painel deste blog).
O tema da Educação será tratado no dia 29 de Abril entre as 15:00 e as 16:45 na sala 1 do Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL, na Junqueira).
As inscrições são efectuadas na página www.maissociedade.com/agenda
Notas:
1. Mais Sociedade é uma iniciativa da Sociedade Civil que tem como objectivo promover uma discussão aberta sobre o Futuro de Portugal. Começou com um desafio do presidente do PSD.
2. O PSD comprometeu-se a financiar e a dar apoio logístico e operacional à iniciativa, mas respeitando a independência da organização no que respeita à selecção de áreas temáticas, convites a participantes, e agendamento das sessões de trabalho.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Início ....
Começo hoje, dia 25 de Abril, a minha modesta contribuição neste espaço de troca de ideias sobre Educação. É importante para mim, fazê-lo nesta data tão significativa para Portugal para a Educação portuguesa.
Faço-o com muito prazer, correspondendo a um amável convite do meu amigo Filipe. Trabalhámos juntos, há uns anos atrás numa escola de Setúbal, partilhámos ideias, projectos e uma vontade enorme de conseguirmos contribuir para uma escola melhor.
Pensar hoje, trinta e sete anos passados sobre o 25 de Abril, sobre o que mudou nas escolas portuguesas, o que se alcançou e o que ficou para trás é um imperativo nacional, um balanço que urge fazer rapidamente. Conseguiu-se, ao longo destes anos, alargar a rede escolar, aumentar o número de alunos, diminuir o abandono e o analfabetismo, trabalhámos todos para construir uma escola democrática , um espaço de cidadania, de reflexão e de troca de ideias, fomos inovadores nas nossas práticas. E apesar dos tempos dificieis que a escola portuguesa vive actualmente, devemos orgulhar-nos de termos conseguido construir uma escola da Liberdade e da inclusão. Foi uma longa e dura caminhada que todos fizemos neste longo precurso com muitos desvios que tem sido a história e o caminho da educação em Portugal desde o 25 de Abril.
sábado, 23 de abril de 2011
Relatório de progressos Educação e Formação da UE 2010/2011
O relatório divulgado em 19/04 pela Comissão Europeia revela assinaláveis progressos realizados por Portugal em matéria de educação e formação. A constância do progresso em vários indicadores é apontada no relatório como o resultado das políticas educativas lançadas nos últimos anos. Neste quadro, é de realçar o investimento na melhoria das competências básicas dos alunos em língua portuguesa, ciências e matemática, a Iniciativa Novas Oportunidades, a expansão e diversificação das vias profissionais, a implementação do Plano Nacional de Leitura e do Plano Tecnológico da Educação.
Abandono Escolar (Indicador referente aos jovens entre os 18 e 24 anos que não completaram o ensino secundário e não estão a estudar)
Portugal regista uma notável melhoria neste indicador, reduzindo 8 pontos percentuais nos últimos 5 anos (2004-2009). O relatório prevê ainda que o decréscimo se aprofunde como resultado das políticas educativas adoptadas nos últimos anos. Com efeito, a taxa de abandono escolar em 2010 decresceu 2,5 pontos percentuais, situando-se agora nos 28,7%, facto que confirma a tendência apontada no relatório.
Ensino Secundário
Portugal apresenta igualmente um progresso notável no que respeita à conclusão do ensino secundário. A percentagem de jovens dos 20 aos 24 anos que completou o ensino secundário subiu 10 pontos nos últimos 10 anos.
PISA – Competências dos alunos nos domínios da leitura, matemática e ciências
Leitura
Portugal foi um dos três países que mais progrediu, entre 2000 e 2009, no domínio da leitura. Além dos progressos nos resultados de nível médio e elevado, a percentagem dos alunos que registaram fracos resultados regrediu 33,1%.
Matemática
Em Portugal registou-se um forte progresso, tendo sido um dos países que contribuiu para a melhoria dos resultados globais da UE. Em Portugal houve um decréscimo dos baixos resultados (-7 pontos percentuais), contrariando de forma positiva os resultados registados na maior parte dos países da UE.
Ciências
Portugal é destacado no relatório como um dos países que mais reduziu a percentagem dos alunos com fraco desempenho (redução de 8 pontos percentuais). Também nas competências em TIC, Portugal é referido como um dos países que mais progrediu.
Para mais informações, consultar:
http://ec.europa.eu/education/news/news2900_en.htm
Fonte: ME
Abandono Escolar (Indicador referente aos jovens entre os 18 e 24 anos que não completaram o ensino secundário e não estão a estudar)
Portugal regista uma notável melhoria neste indicador, reduzindo 8 pontos percentuais nos últimos 5 anos (2004-2009). O relatório prevê ainda que o decréscimo se aprofunde como resultado das políticas educativas adoptadas nos últimos anos. Com efeito, a taxa de abandono escolar em 2010 decresceu 2,5 pontos percentuais, situando-se agora nos 28,7%, facto que confirma a tendência apontada no relatório.
Ensino Secundário
Portugal apresenta igualmente um progresso notável no que respeita à conclusão do ensino secundário. A percentagem de jovens dos 20 aos 24 anos que completou o ensino secundário subiu 10 pontos nos últimos 10 anos.
PISA – Competências dos alunos nos domínios da leitura, matemática e ciências
Leitura
Portugal foi um dos três países que mais progrediu, entre 2000 e 2009, no domínio da leitura. Além dos progressos nos resultados de nível médio e elevado, a percentagem dos alunos que registaram fracos resultados regrediu 33,1%.
Matemática
Em Portugal registou-se um forte progresso, tendo sido um dos países que contribuiu para a melhoria dos resultados globais da UE. Em Portugal houve um decréscimo dos baixos resultados (-7 pontos percentuais), contrariando de forma positiva os resultados registados na maior parte dos países da UE.
Ciências
Portugal é destacado no relatório como um dos países que mais reduziu a percentagem dos alunos com fraco desempenho (redução de 8 pontos percentuais). Também nas competências em TIC, Portugal é referido como um dos países que mais progrediu.
Para mais informações, consultar:
http://ec.europa.eu/education/news/news2900_en.htm
Fonte: ME
quinta-feira, 21 de abril de 2011
14,5 milhões de euros!!!
... a empresa responsável pela requalificação garante gastar uma média de 14,5 milhões de euros em cada escola e que "uma das grandes preocupações tem sido evitar espaços desnecessários e acabamentos de luxo"...
Sintra Nunes, presidente da Parque Escolar, diz que as obras não vão parar devido à crise.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/materiais-de-luxo-em-escolas-novas
No comments...
Sintra Nunes, presidente da Parque Escolar, diz que as obras não vão parar devido à crise.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/materiais-de-luxo-em-escolas-novas
No comments...
terça-feira, 19 de abril de 2011
Portugal é o país da UE com mais progressos na educação
Os países da União Europeia (UE) melhoraram os seus sistemas de educação em áreas chave na última década, mas apenas atingiram uma das cinco metas estabelecidas para 2010, revelou hoje a Comissão Europeia (CE).
O relatório sobre o progresso da educação mostra que a UE foi bem sucedida no objetivo de aumentar o número de diplomados em matemática, ciência e tecnologia, com um crescimento de 37% desde 2000, uma área em que Portugal surge entre os melhores desempenhos. A meta estabelecida a nível global, para 2010, apontava para um aumento de diplomados em 15 por cento. Foram atingidos os 37,2%, desde 2000, e a percentagem de mulheres passou de 30,7 para 32,6, no conjunto dos países.
Portugal é o país com maior crescimento, seguido da Eslováquia e da República Checa. O número de diplomados em matemática, ciência e tecnologia em Portugal cresceu 193,2 por cento entre 2000 e 2008 e a percentagem de mulheres passou de 41,9 para 34,1. Significativa, mas ainda insuficiente, foi a redução do abandono escolar, tendo aumentando o número de alunos que concluiu o ensino secundário. Melhoraram os níveis de literacia e a percentagem de adultos a receber educação ou formação.
No abandono precoce da escolaridade não deve ser ultrapassada a marca dos 10 por cento entre 2010 e 2020. Na Europa a 27, a percentagem de abandono do sistema (entre a população dos 18 aos 24 anos) desceu de 17,6 por cento, em 2000, para 14,4 por cento, em 2009. Nesta média, 12,5 por cento eram homens e 16,3 por cento mulheres.
Portugal apresentava percentagens de 43,6 por cento em 2000, 35,4 em 2008 e 31,2 em 2009 no que diz respeito à saída precoce do sistema. Os melhores desempenhos neste ponto foram da Polónia, República Checa e Eslováquia.
Na formação de adultos ao longo da vida, Portugal passou de 4,1 por cento, em 2005, para 6,5 por cento, em 2009. Entre a população ativa devem atingir-se, pelo menos, 12,5 por cento em 2010 e 15 por cento em 2020. Os melhores resultados neste item foram alcançados pela Dinamarca, Suécia e Finlândia.
A CE considera que, no geral, foram alcançados bons progressos, mas que são necessários mais esforços para serem alcançados os objetivos.
19 de Abril de 2011, 11:51 @Lusa
O relatório sobre o progresso da educação mostra que a UE foi bem sucedida no objetivo de aumentar o número de diplomados em matemática, ciência e tecnologia, com um crescimento de 37% desde 2000, uma área em que Portugal surge entre os melhores desempenhos. A meta estabelecida a nível global, para 2010, apontava para um aumento de diplomados em 15 por cento. Foram atingidos os 37,2%, desde 2000, e a percentagem de mulheres passou de 30,7 para 32,6, no conjunto dos países.
Portugal é o país com maior crescimento, seguido da Eslováquia e da República Checa. O número de diplomados em matemática, ciência e tecnologia em Portugal cresceu 193,2 por cento entre 2000 e 2008 e a percentagem de mulheres passou de 41,9 para 34,1. Significativa, mas ainda insuficiente, foi a redução do abandono escolar, tendo aumentando o número de alunos que concluiu o ensino secundário. Melhoraram os níveis de literacia e a percentagem de adultos a receber educação ou formação.
No abandono precoce da escolaridade não deve ser ultrapassada a marca dos 10 por cento entre 2010 e 2020. Na Europa a 27, a percentagem de abandono do sistema (entre a população dos 18 aos 24 anos) desceu de 17,6 por cento, em 2000, para 14,4 por cento, em 2009. Nesta média, 12,5 por cento eram homens e 16,3 por cento mulheres.
Portugal apresentava percentagens de 43,6 por cento em 2000, 35,4 em 2008 e 31,2 em 2009 no que diz respeito à saída precoce do sistema. Os melhores desempenhos neste ponto foram da Polónia, República Checa e Eslováquia.
Na formação de adultos ao longo da vida, Portugal passou de 4,1 por cento, em 2005, para 6,5 por cento, em 2009. Entre a população ativa devem atingir-se, pelo menos, 12,5 por cento em 2010 e 15 por cento em 2020. Os melhores resultados neste item foram alcançados pela Dinamarca, Suécia e Finlândia.
A CE considera que, no geral, foram alcançados bons progressos, mas que são necessários mais esforços para serem alcançados os objetivos.
19 de Abril de 2011, 11:51 @Lusa
terça-feira, 5 de abril de 2011
Investigador desafia contestatários para debate público
Coordenador do estudo sobre reorganização da rede de ensino particular desafiou os autores anónimos de um documento que contesta o seu trabalho para um debate público. in Lusa/EDUCARE, 05/04/2011
"Estou totalmente disponível para um debate com os autores anónimos desta visão crítica, um debate sobre os erros que detetaram, para eu poder, em público, mostrar-lhes que não têm qualquer razão naquilo que apresentam", afirmou, numa conferência de imprensa, António Rochette (AR), autor do estudo "Reorganização da Rede de Ensino Particular e Cooperativo" e investigador da Universidade de Coimbra.
AR disse que, na sua perspetiva, o referido documento divulgado pelo SOS Educação "é anónimo", pois "nenhum dos autores deu" a cara.
"Sendo um estudo anónimo, eu, teoricamente, não deveria ter respondido, no entanto, ao colocarem a minha credibilidade académica em jogo não podia deixar passar esta situação", salientou o professor de Geografia da Faculdade de Letras (FLUC).
Referindo-se aos sete pontos apontados como erros do seu estudo por aquele movimento, disse que três deles "são meros manifestos propagandísticos de quem tem o direito a ter a sua opinião sobre o ensino particular", mas que "não têm a ver" com a reorganização da rede.
"Os erros são colocados, no essencial, para tentar chegar a uma conclusão que é a conclusão que eu compreendo que esses autores e o movimento queiram, ou seja, da necessidade da manutenção dos contratos de associação" do Estado com escolas particulares, disse o investigador da UC na área do planeamento de equipamentos coletivos.
Ao reportar-se ao caso de Coimbra, tratado como amostra na análise daquele movimento, AR disse que "há três setores claros", o urbano, o periurbano e o rural.
"No setor rural, os contratos de associação devem-se manter, com pequenas diminuições. No setor peri-urbano, as situações são um pouco mais complexas, porque muitas destas escolas já estão na área de influência de escolas públicas, há uma ligeira diminuição mas sem um peso significativo."
Na zona urbana, "não faz sentido que seja necessário estar a financiar quatro escolas com essas características", sublinhou.
AR disse ainda que no estudo que coordenou, encomendado pelo Governo, foram utilizados dados oficiais, introduzidos pelos responsáveis dos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo em outubro de 2010.
O estudo do SOS Movimento Educação, segundo o ativista João Asseiro, foi elaborado por professores da UC das áreas da economia, sociologia, letras e direito. No entanto, aquando da sua divulgação recentemente, os responsáveis por este movimento, que reúne encarregados de educação destas escolas, escusaram-se a revelar os nomes dos autores do estudo para "não pôr pessoas da Universidade umas contra as outras".
"Estou totalmente disponível para um debate com os autores anónimos desta visão crítica, um debate sobre os erros que detetaram, para eu poder, em público, mostrar-lhes que não têm qualquer razão naquilo que apresentam", afirmou, numa conferência de imprensa, António Rochette (AR), autor do estudo "Reorganização da Rede de Ensino Particular e Cooperativo" e investigador da Universidade de Coimbra.
AR disse que, na sua perspetiva, o referido documento divulgado pelo SOS Educação "é anónimo", pois "nenhum dos autores deu" a cara.
"Sendo um estudo anónimo, eu, teoricamente, não deveria ter respondido, no entanto, ao colocarem a minha credibilidade académica em jogo não podia deixar passar esta situação", salientou o professor de Geografia da Faculdade de Letras (FLUC).
Referindo-se aos sete pontos apontados como erros do seu estudo por aquele movimento, disse que três deles "são meros manifestos propagandísticos de quem tem o direito a ter a sua opinião sobre o ensino particular", mas que "não têm a ver" com a reorganização da rede.
"Os erros são colocados, no essencial, para tentar chegar a uma conclusão que é a conclusão que eu compreendo que esses autores e o movimento queiram, ou seja, da necessidade da manutenção dos contratos de associação" do Estado com escolas particulares, disse o investigador da UC na área do planeamento de equipamentos coletivos.
Ao reportar-se ao caso de Coimbra, tratado como amostra na análise daquele movimento, AR disse que "há três setores claros", o urbano, o periurbano e o rural.
"No setor rural, os contratos de associação devem-se manter, com pequenas diminuições. No setor peri-urbano, as situações são um pouco mais complexas, porque muitas destas escolas já estão na área de influência de escolas públicas, há uma ligeira diminuição mas sem um peso significativo."
Na zona urbana, "não faz sentido que seja necessário estar a financiar quatro escolas com essas características", sublinhou.
AR disse ainda que no estudo que coordenou, encomendado pelo Governo, foram utilizados dados oficiais, introduzidos pelos responsáveis dos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo em outubro de 2010.
O estudo do SOS Movimento Educação, segundo o ativista João Asseiro, foi elaborado por professores da UC das áreas da economia, sociologia, letras e direito. No entanto, aquando da sua divulgação recentemente, os responsáveis por este movimento, que reúne encarregados de educação destas escolas, escusaram-se a revelar os nomes dos autores do estudo para "não pôr pessoas da Universidade umas contra as outras".
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