Gostava de saber as opiniões de excelentissimos bloggers sobre este assunto.
Pessoalmente, considero que as avaliações são positivas e servem para se fazer uma reflexão individual e superior sobre o trabalho desenvolvido ao longo do tempo.
Parece-me um desperdicio que o trabalho até agora efectuado não possa, de todo, ser aproveitado para uma avaliação melhorada e mais consensual.
Julgo também que era importante que os professores dissessem aos portugueses a sua opinião sobre os diversos sindicatos da classe, a sua representatividade e as suas tomadas de posição públicas.
sábado, 26 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Segurança Escolar - Ocorrências no interior das escolas caíram 10% no último ano lectivo
O número de ocorrências no interior das escolas caiu cerca de dez por cento em 2009/2010 em relação ao ano letivo anterior, tendo-se verificado também uma diminuição das agressões, segundo o Gabinete Coordenador de Segurança Escolar (GCSE).
Em entrevista à agência Lusa, a diretora do GCSE, Paula Peneda, antecipou algumas tendências do relatório anual do Programa Escola Segura, a ser divulgado, documento que junta as ocorrências no interior dos estabelecimentos de ensino e no exterior, estes contabilizados por PSP e GNR.
"A tendência desde há três anos tem sido a diminuição de ocorrências. Mantém-se com uma redução de cerca de dez por cento, no interior da escola", revelou a responsável, indicando que este dado situou-se em 2009/2010 à volta das 3.000 ocorrências.
Paula Peneda adiantou ainda que também "não há um aumento" em relação às agressões no interior das escolas.
"As escolas com mais de 50 ocorrências são as que necessitam de mais atenção e o meu objetivo para o próximo ano letivo é que não haja nenhuma com mais de 50 ocorrências", disse, adiantando que também desceu o número de estabelecimentos que ultrapassam este valor, sendo que em 2008/09 tinham sido seis.
Segundo a intendente, está "consolidado" que a violência está delimitada a meia dúzia de escolas, sempre no litoral, "a maioria em Lisboa e uma ou outra no Porto", que a agressão é o fenómeno que mais se verifica e que as idades dos alunos protagonistas "estão próximas do limite da escolaridade obrigatória", ou seja, os 13, 14 e 15 anos.
"Os alunos começam a estar muito tempo dentro da sala de aula. Não têm furos porque há as aulas de substituição e os blocos são de 90 minutos, o que é muito tempo dentro de uma sala nestas idades", realçou, lembrando ainda a "escola a tempo inteiro".
Atualmente, as escolas contam com um corpo de 700 vigilantes, antigos agentes da PSP e GNR, que são distribuídos pelas escolas com maior índice de ocorrências disciplinares, ajudando à vigilância nos recreios e refeitórios.
"Este modelo tem dado resultados. Não temos vigilantes em todas as escolas, mas temos naquelas que mais nos preocupam e que têm um clima escolar mais instável. É um sistema dinâmico. Se os problemas forem ultrapassados retiramos os vigilantes e destacamo-los para outra escola", explicou.
O Gabinete Coordenador faz relatórios acerca das ocorrências, a que horas acontecem, em que espaço da escola, quais as idades dos alunos que as protagonizam e depois esses dados são transmitidos ao estabelecimento de ensino, com sugestões de medidas a adotar, como o reforço da vigilância em determinados horários ou locais.
Paula Peneda sublinha que está também a decorrer uma ação de formação para professores sobre gestão de conflitos e outra para o pessoal auxiliar sobre a identificação de bullying.
Fonte: Agência LUSA (MLS), 19-03-2011
Em entrevista à agência Lusa, a diretora do GCSE, Paula Peneda, antecipou algumas tendências do relatório anual do Programa Escola Segura, a ser divulgado, documento que junta as ocorrências no interior dos estabelecimentos de ensino e no exterior, estes contabilizados por PSP e GNR.
"A tendência desde há três anos tem sido a diminuição de ocorrências. Mantém-se com uma redução de cerca de dez por cento, no interior da escola", revelou a responsável, indicando que este dado situou-se em 2009/2010 à volta das 3.000 ocorrências.
Paula Peneda adiantou ainda que também "não há um aumento" em relação às agressões no interior das escolas.
"As escolas com mais de 50 ocorrências são as que necessitam de mais atenção e o meu objetivo para o próximo ano letivo é que não haja nenhuma com mais de 50 ocorrências", disse, adiantando que também desceu o número de estabelecimentos que ultrapassam este valor, sendo que em 2008/09 tinham sido seis.
Segundo a intendente, está "consolidado" que a violência está delimitada a meia dúzia de escolas, sempre no litoral, "a maioria em Lisboa e uma ou outra no Porto", que a agressão é o fenómeno que mais se verifica e que as idades dos alunos protagonistas "estão próximas do limite da escolaridade obrigatória", ou seja, os 13, 14 e 15 anos.
"Os alunos começam a estar muito tempo dentro da sala de aula. Não têm furos porque há as aulas de substituição e os blocos são de 90 minutos, o que é muito tempo dentro de uma sala nestas idades", realçou, lembrando ainda a "escola a tempo inteiro".
Atualmente, as escolas contam com um corpo de 700 vigilantes, antigos agentes da PSP e GNR, que são distribuídos pelas escolas com maior índice de ocorrências disciplinares, ajudando à vigilância nos recreios e refeitórios.
"Este modelo tem dado resultados. Não temos vigilantes em todas as escolas, mas temos naquelas que mais nos preocupam e que têm um clima escolar mais instável. É um sistema dinâmico. Se os problemas forem ultrapassados retiramos os vigilantes e destacamo-los para outra escola", explicou.
O Gabinete Coordenador faz relatórios acerca das ocorrências, a que horas acontecem, em que espaço da escola, quais as idades dos alunos que as protagonizam e depois esses dados são transmitidos ao estabelecimento de ensino, com sugestões de medidas a adotar, como o reforço da vigilância em determinados horários ou locais.
Paula Peneda sublinha que está também a decorrer uma ação de formação para professores sobre gestão de conflitos e outra para o pessoal auxiliar sobre a identificação de bullying.
Fonte: Agência LUSA (MLS), 19-03-2011
Segurança Escolar - Governo prepara Plano Nacional e pondera programa antibullying em todas as escolas
O Governo está a preparar um Plano Nacional de Segurança Escolar (PNSE) para aplicar no próximo ano letivo e pretende introduzir um programa antibullying em todas as escolas do país, anunciou fonte do ME.
"Estamos a ultimar um PNSE. Vamos tentar implementar no próximo ano letivo. Diz respeito à segurança na sua vertente mais lata", disse a diretora do Gabinete Coordenador de Segurança Escolar (GCSE), Paula Peneda, em entrevista à agência Lusa.
Segundo a responsável, este plano está relacionado com planos de emergência, com a segurança física e humana e terá 'nuances' tendo em conta a realidade de cada estabelecimento de ensino.
"As escolas terão que adotar este plano para evitar riscos externos e internos", adiantou (...).
Uma das propostas que o GCSE fez ao ME prende-se com um programa antibullying abrangente, para aplicar da pré-primária até ao final da escolaridade obrigatória em todas as disciplinas, estando a sua compra atualmente a ser negociada com o Governo finlandês.
"O professor vai passar uma mensagem às crianças de que a escola é um lugar de bem-estar, um lugar para aprender, para conviver, para fazer amigos e não um lugar de repressão ou para [os alunos] estarem oprimidos, sem falar diretamente de bullying", explicou.
Em relação a esta matéria, Paula Peneda defendeu que "não dá resultado dar lições de bullying" aos alunos e sublinhou que este programa recebeu recentemente um prémio das instâncias europeias.
Outra das propostas que foi feita ao Gabinete da Ministra Isabel Alçada é o alargamento ao 7.º e 8.º anos de escolaridade o tema "Cidadania e segurança", atualmente ministrado como um módulo apenas a alunos do 9.º ano, no âmbito da disciplina de Formação Cívica.
"Fizemos uma avaliação muito positiva deste módulo. Aconselhámos as escolas a chamarem bombeiros, proteção civil e PSP para falarem sobre segurança. Talvez não seja alargado na fórmula de modo, mas esperamos que seja ministrado transversalmente em várias disciplinas", disse Paula Peneda, ressalvando que ainda não é certo o alargamento a partir do próximo ano letivo.
Fonte: Agência LUSA (MLS), 19-03-2011
"Estamos a ultimar um PNSE. Vamos tentar implementar no próximo ano letivo. Diz respeito à segurança na sua vertente mais lata", disse a diretora do Gabinete Coordenador de Segurança Escolar (GCSE), Paula Peneda, em entrevista à agência Lusa.
Segundo a responsável, este plano está relacionado com planos de emergência, com a segurança física e humana e terá 'nuances' tendo em conta a realidade de cada estabelecimento de ensino.
"As escolas terão que adotar este plano para evitar riscos externos e internos", adiantou (...).
Uma das propostas que o GCSE fez ao ME prende-se com um programa antibullying abrangente, para aplicar da pré-primária até ao final da escolaridade obrigatória em todas as disciplinas, estando a sua compra atualmente a ser negociada com o Governo finlandês.
"O professor vai passar uma mensagem às crianças de que a escola é um lugar de bem-estar, um lugar para aprender, para conviver, para fazer amigos e não um lugar de repressão ou para [os alunos] estarem oprimidos, sem falar diretamente de bullying", explicou.
Em relação a esta matéria, Paula Peneda defendeu que "não dá resultado dar lições de bullying" aos alunos e sublinhou que este programa recebeu recentemente um prémio das instâncias europeias.
Outra das propostas que foi feita ao Gabinete da Ministra Isabel Alçada é o alargamento ao 7.º e 8.º anos de escolaridade o tema "Cidadania e segurança", atualmente ministrado como um módulo apenas a alunos do 9.º ano, no âmbito da disciplina de Formação Cívica.
"Fizemos uma avaliação muito positiva deste módulo. Aconselhámos as escolas a chamarem bombeiros, proteção civil e PSP para falarem sobre segurança. Talvez não seja alargado na fórmula de modo, mas esperamos que seja ministrado transversalmente em várias disciplinas", disse Paula Peneda, ressalvando que ainda não é certo o alargamento a partir do próximo ano letivo.
Fonte: Agência LUSA (MLS), 19-03-2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Congresso CDS-PP, texto de Adolfo Mesquita Nunes
(...)
Estamos perante uma geração iludida por um sistema de ensino facilitista, imobilista e pouco profissional. Se quer vingar, pedem para não se exibir; se quer ser reconhecida como a melhor, rogam-lhe para que se disfarce de mediana, se quer escolher onde estudar, chamam-lhe de demagoga.
Uma geração que estuda por programas centralmente definidos na 5 de Outubro, mais preocupados em educar do que em ensinar, mais vocacionados para a ética socialista do que para a cultura do trabalho e do esforço, mais empenhados em encaminhar jovens para cursos sem qualquer saída profissional do que em permitir a livre escolha de escolas e carreiras.
É por isso uma geração confrontada com resultados abaixo da média da OCDE em todos os indicadores de desempenho educativo.
Mais, é confrontada precisamente com o facto de o sistema de ensino nacional estar a caminhar, em mais do que um sentido, contra as próprias recomendações da OCDE, que indica, por exemplo, que “os sistemas que obtêm melhores resultados permitem às escolas escolherem os seus programas” e que “é a combinação de autonomia e de uma responsabilização efectiva que parece produzir os melhores resultados”.
(...)
Como é que possível que um modelo de Estado com sistema de ensino, secundário e superior, tão bem forjado no interesse público e tão bem regulado pelo Estado, tenha conseguido ludibriar as expectativas de tantos jovens que a ele recorreram seguindo as promessas que lhes foram feitas?
(...)
Um Estado Justo não se alcança através de um sistema educativo assente num paradigma estatista, centralista e monopolista, que escraviza os recursos públicos e privados à hercúlea tarefa de manter um sistema de ensino gigantesco e despesista.
As escolas não podem continuar a ser privadas da sua autonomia e responsabilidade de gestão e os pais não podem continuar a ser tratados como peões sem vontade por parte do Estado.
O Estado Social pode gostar de ficar pela retórica da escola pública como instrumento essencial para garantir a melhor e mais justa escolaridade. Mas um Estado Justo já sabe que essa retórica fracassa na realidade e por isso aposta um sistema de ensino concorrencial, em que a autonomia de gestão e a liberdade de escolha dos pais e das famílias permite encontrar uma dinâmica capaz de potenciar nos alunos a necessidade e vantagem do esforço e do trabalho. Um Estado Justo permite a transição para um sistema de cheque-ensino. Um Estado Justo não é aquele que prepara os jovens para um percurso de mediania, simpático para as estatísticas, nem é aquele que giza um sistema de ensino ao sabor de preconceitos ideológicos. Um Estado Justo é aquele que permite às famílias, aos professores, às escolas e às entidades públicas encontrar as dinâmicas necessárias para instruir os jovens de forma a dotá-los das capacidades essenciais para um mundo competitivo e em mudança permanente.
Um Estado Justo não se alcança através de um sistema de ensino superior opaco em que as novas gerações não têm qualquer informação transparente sobre a qualidade do ensino ou sobre as saídas profissionais e possibilidades de emprego no futuro próximo.
O Estado Social pode gostar de ficar na retórica de que todas as licenciaturas são boas e de que todo o ensino superior oferece a porta de entrada da mobilidade social. Mas um Estado Justo já sabe que essa retórica fracassa na realidade e por isso sabe que as instituições de ensino superior devem abrir-se à comunidade, num sistema de transparência que permita aos jovens tomar opções fundadas no conhecimento de causa. E defende um sistema concorrencial entre as universidades públicas e a consagração de novas regras de acesso e permanência na carreira docente tendentes ao culto da excelência, da investigação e do mérito.
(...)
Estamos perante uma geração iludida por um sistema de ensino facilitista, imobilista e pouco profissional. Se quer vingar, pedem para não se exibir; se quer ser reconhecida como a melhor, rogam-lhe para que se disfarce de mediana, se quer escolher onde estudar, chamam-lhe de demagoga.
Uma geração que estuda por programas centralmente definidos na 5 de Outubro, mais preocupados em educar do que em ensinar, mais vocacionados para a ética socialista do que para a cultura do trabalho e do esforço, mais empenhados em encaminhar jovens para cursos sem qualquer saída profissional do que em permitir a livre escolha de escolas e carreiras.
É por isso uma geração confrontada com resultados abaixo da média da OCDE em todos os indicadores de desempenho educativo.
Mais, é confrontada precisamente com o facto de o sistema de ensino nacional estar a caminhar, em mais do que um sentido, contra as próprias recomendações da OCDE, que indica, por exemplo, que “os sistemas que obtêm melhores resultados permitem às escolas escolherem os seus programas” e que “é a combinação de autonomia e de uma responsabilização efectiva que parece produzir os melhores resultados”.
(...)
Como é que possível que um modelo de Estado com sistema de ensino, secundário e superior, tão bem forjado no interesse público e tão bem regulado pelo Estado, tenha conseguido ludibriar as expectativas de tantos jovens que a ele recorreram seguindo as promessas que lhes foram feitas?
(...)
Um Estado Justo não se alcança através de um sistema educativo assente num paradigma estatista, centralista e monopolista, que escraviza os recursos públicos e privados à hercúlea tarefa de manter um sistema de ensino gigantesco e despesista.
As escolas não podem continuar a ser privadas da sua autonomia e responsabilidade de gestão e os pais não podem continuar a ser tratados como peões sem vontade por parte do Estado.
O Estado Social pode gostar de ficar pela retórica da escola pública como instrumento essencial para garantir a melhor e mais justa escolaridade. Mas um Estado Justo já sabe que essa retórica fracassa na realidade e por isso aposta um sistema de ensino concorrencial, em que a autonomia de gestão e a liberdade de escolha dos pais e das famílias permite encontrar uma dinâmica capaz de potenciar nos alunos a necessidade e vantagem do esforço e do trabalho. Um Estado Justo permite a transição para um sistema de cheque-ensino. Um Estado Justo não é aquele que prepara os jovens para um percurso de mediania, simpático para as estatísticas, nem é aquele que giza um sistema de ensino ao sabor de preconceitos ideológicos. Um Estado Justo é aquele que permite às famílias, aos professores, às escolas e às entidades públicas encontrar as dinâmicas necessárias para instruir os jovens de forma a dotá-los das capacidades essenciais para um mundo competitivo e em mudança permanente.
Um Estado Justo não se alcança através de um sistema de ensino superior opaco em que as novas gerações não têm qualquer informação transparente sobre a qualidade do ensino ou sobre as saídas profissionais e possibilidades de emprego no futuro próximo.
O Estado Social pode gostar de ficar na retórica de que todas as licenciaturas são boas e de que todo o ensino superior oferece a porta de entrada da mobilidade social. Mas um Estado Justo já sabe que essa retórica fracassa na realidade e por isso sabe que as instituições de ensino superior devem abrir-se à comunidade, num sistema de transparência que permita aos jovens tomar opções fundadas no conhecimento de causa. E defende um sistema concorrencial entre as universidades públicas e a consagração de novas regras de acesso e permanência na carreira docente tendentes ao culto da excelência, da investigação e do mérito.
(...)
domingo, 13 de março de 2011
Movimento de Coimbra do ensino particular defende revogação da legislação que altera financiamento público
in Público 11.03.2011
Quinze escolas com contratos de associação com o Estado formaram esta quinta-feira, em Coimbra, o Movimento de Escolas Privadas com Ensino Público Contratualizado (MEPEC), que defende a revogação do decreto-lei que altera o financiamento do ensino particular e cooperativo.
Como primeira prioridade, o MEPEC propõe o estabelecimento de contratos de serviço público de educação entre o Estado e todas as escolas “que desejem, de livre vontade e em obediência à legislação em vigor, colaborar com o Estado na sua missão de garantir a todas as crianças e jovens o acesso gratuito a um ensino de qualidade”.
O MEPEC não aceita a diminuição, no próximo ano lectivo, do número de turmas com contrato de associação e “acompanhará as escolas com contrato de associação neste processo de revisão dos contratos imposto unilateralmente pelo Ministério da Educação, procurando as soluções políticas que possam, em cada momento, ajudar a minorar a difícil situação em que se encontram muitas escolas”.
Quinze escolas com contratos de associação com o Estado formaram esta quinta-feira, em Coimbra, o Movimento de Escolas Privadas com Ensino Público Contratualizado (MEPEC), que defende a revogação do decreto-lei que altera o financiamento do ensino particular e cooperativo.
Como primeira prioridade, o MEPEC propõe o estabelecimento de contratos de serviço público de educação entre o Estado e todas as escolas “que desejem, de livre vontade e em obediência à legislação em vigor, colaborar com o Estado na sua missão de garantir a todas as crianças e jovens o acesso gratuito a um ensino de qualidade”.
O MEPEC não aceita a diminuição, no próximo ano lectivo, do número de turmas com contrato de associação e “acompanhará as escolas com contrato de associação neste processo de revisão dos contratos imposto unilateralmente pelo Ministério da Educação, procurando as soluções políticas que possam, em cada momento, ajudar a minorar a difícil situação em que se encontram muitas escolas”.
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